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favicon_fotoOlá, seja Bem-Vindo ao meu Blog!

Se veio até esta área é porque pretende saber um pouco mais sobre mim e a sua vontade é uma ordem!

O que desde já posso garantir, é que tudo o que poderá e irá acontecer daqui para a frente, vai ser muito mais interessante do que foi até agora.

Considero-me uma pessoa normal como tantas outras, embora no fundo sempre tenha sido um bocadinho diferente…

Parece estranho, mas já vai perceber o que quero dizer!

Nasci no seio de uma família comum, Pai, Mãe e Irmã… para além de todos os restantes familiares… avós, tios, primos, padrinhos… etc…

Uma casa cheia!

Nasci em Portugal, na região da grande Lisboa, zona de Mafra, numa localidade chamada Paz.

Nasci em Paz!

O meu Pai era instrutor de condução automóvel e a primeira perceção que tenho dessa situação, deu-se quando tinha três anos e os meus pais decidiram ter o seu próprio negócio, e se mudaram para o Alentejo para ter a sua Escola de Condução.

Estavam a montar o espaço, havia um escadote e lembra-me perfeitamente de me dizerem: “Não vás para ali, podes cair…”… Caí!… Nunca mais me esqueci do meu início de espírito aventureiro! E aquela pontinha de “Maria Rapaz” evidenciava-se ainda que de forma discreta e dissimulada.

A escola e habitação eram os dois andares de um edifício… O que para mim, foi ouro sobre azul!

Embora numa perspetiva e enquadramento diferentes, os meus pais também tiveram o seu negócio (quase) a partir de casa… Era só descer as escadas! Uma escada interior enorme e muito bonita… Também cheguei a escorregar pelo corrimão… Pena que na altura, já lá vão umas quantas décadas, não havia o hábito de registar este tipo de imagens, mas tenho-as bem presentes na memória, como se fosse hoje.

Naquela época não havia, como hoje, o hábito das escolinhas de pré-escolar, pelo que não tinha amiguinhos e passava a maior parte do tempo em casa, quer dizer… dentro do edifício!…

A minha brincadeira preferida era descer as escadas e ir para a escola!…

Entrava no Paraíso!

A era digital estava a anos-luz, pelo que todas as ferramentas eram físicas!

Carrinhos, tipos de cruzamentos, semáforos, sinais de trânsito, peças de motor automóvel… enfim… Tudo ali à mão de semear!

Para quem como eu, desde sempre optou por alguma aventura, coisa que não conseguia com bonecas, este tipo de envolvente era magnífico.

Pai e Mãe trabalhavam, e muito, no seu negócio próprio, e eu até os via bastante, mas os períodos que nos podiam dedicar eram reduzidos, porque o trabalho era realmente muito!

Não tenho consciência disso, mas foi certamente nessa altura, que senti… “Há aqui qualquer coisa que não está certo!”

O tempo foi passando, fiz a instrução primária, passei para o ciclo preparatório, mas… Estávamos numa vila e a única opção para continuar o liceu… Fechou!

Analisadas as alternativas, a escolha foi rumo a Lisboa!

A minha mente explodiu! Tanta coisa nova! Tanta coisa para aprender e explorar!

Sempre fui pelo caminho certo, até que chegou o momento de entrar para a faculdade.

Para dar uma ideia das janelas de oportunidades da altura, por comparação com os dias de hoje, imaginem um edifício de terceiro andar sem elevador. Poucas janelas, certo?

Hoje têm à disposição, qualquer coisa parecida com uma qualquer avenida de Nova Iorque repleta de arranha-céus!

Dentro das opções que me agradavam… Optei pelas engenharias… Engenharia Eletrotécnica!

Como as notas do liceu não eram famosas, fui colocada em Coimbra. Mais uma aventura, mais uma fonte de aprendizagem!

Como eu costumava dizer, foi a minha “tropa”, aprendi muito e consegui nunca me deixar levar pelo menos bom.

O rendimento escolar não foi famoso… mas, não foi por falta de esforço! Hoje tenho o maior dos respeitos, tiro o chapéu e chamo de “corajosos”, a todos os que, ao contrário de mim, conseguiram concluir a licenciatura em engenharia!

Não era mesmo a minha onda!

Regressei a casa e só havia um caminho a seguir! Começar a trabalhar!

O meu primeiro emprego foi como operadora de caixa de supermercado, no primeiro grande e polémico centro comercial em Lisboa. Era um ‘grande’ supermercado… Tinha 14 caixas e uma até tinha multibanco!…

Mais uma grande aprendizagem. Contacto com o mundo laboral!…

Foi uma experiência muito enriquecedora, em que aprendi mais do que estava à espera, mas mesmo assim, queria mais!

Em simultâneo fiz um curso de programação informática, tinham-me dito que era uma “coisa” que começava a ser procurada e me podia dar algumas ferramentas para o futuro. Uma “coisa”…

Fiz o curso e adorei! O único contacto que já tinha tido com programação, tinha sido na faculdade, mas ainda com cartões perfurados, uma figura jurássica, que hoje já ninguém sequer sabe o que é!

Correu muito bem e convidaram-me para trabalhar com eles.

Vi ali uma grande oportunidade e embora a proposta inicial fosse um estágio não remunerado, em concordância com os meus pais, que eram quem me pagava as contas, despedi-me do supermercado e abracei mais uma aventura!

Como já devem ter percebido, não sou muito de ficar à espera, a menos que não tenha alternativa.

Corri atrás e consegui entrar para o departamento de informática de um banco. O meu primeiro emprego a sério numa grande empresa!

Continuando a querer mais, a única hipótese que eu vi de evolução, foi procurar novo emprego. Comecei a trabalhar noutro banco.

Nessa altura, já tinha decidido voltar a estudar, mas como já haviam mais opções… Repensei o meu foco e fui para Organização e Gestão de Empresas e afinal todo o esforço, que não tinha dado frutos nas engenharias, foi-me muito útil naquele momento.

Moral da história, lá porque um determinado esforço não está a resultar num determinado momento, não significa que não nos venha a ser útil mais tarde.

Resultado, mesmo a trabalhar durante o dia e a estudar à noite, consegui concluir a licenciatura no tempo regulamentar e com muito menos esforço do que tinha investido, quando passei pelas engenharias.

Tudo porque, apesar do insucesso na primeira escolha, aproveitei todo o esforço e aprendizagem investidos antes, e também porque agora estava a estudar uma área mais adequada ao meu perfil.

Quando se estuda ou se faz o que se gosta, o esforço aplicado é absolutamente impercetível! Mais uma lição aprendida!

Emprego estável, licenciatura concluída! Mas, ainda faltava qualquer coisa…

Entretanto o “emprego estável” deixou de o ser, uma vez que a instituição deixou de existir em Portugal.

A figura do “emprego estável” desaparecera.

Em seguida fui para uma empresa de prestação de serviços na área da informática no sector financeiro. Eu continuava na mesma área de trabalho, só que detestei! Mais uma vez comprovava que desenvolver algo de que não se gosta, é um esforço inglório. Gostava do que fazia, gostava de empresa onde estava colocada, mas não gostava da postura da entidade patronal. Foi o meu emprego de menor duração, não chegou a um ano.

Já estava com 35 anos, mas fui à procura e consegui entrar para uma seguradora.

Mais uma vez decidi ir estudar e fiz o Pós-Graduação e MBA em Marketing e Finanças Internacionais. Mais uma experiência, que para além da aprendizagem académica me deu outros tipos de bagagem, até porque foi numa época de transição em que a internet explodiu e em que tudo começou a ficar obsoleto muito rapidamente.

Continuava de mente aberta para novas experiências, novas aprendizagens e novas aventuras.

Apesar dos 39 anos, sentia que já estava na altura de me promover profissionalmente, e já tinha aprendido que isso só era possível, mudando de emprego!

Mas, a vida tem destas coisas e às vezes tem formas estranhas de nos dizer “Para quieta!”.

Um dia, por acaso, fui ao médico e descobri uma “coisita” que precisava ser tirada. Tranquilo, tira-se!

Era benigno, mas deixou-me com uma incapacidade na perna esquerda. Seguiu-se uma fase menos boa e um pouco conturbada, mas continuava viva e isso é que era importante. Para a frente é que era o caminho.

Percebi no entanto, que tinha de me conformar, que já não iria conseguir evoluir pela mudança de emprego!

Abrandei um pouco enquanto me adaptava às minhas novas necessidades, mas o “bicho-carpinteiro” estava cá!

Acredito que nada acontece por acaso!

Um dia, convidaram-me para ir jantar com uns amigos que já não via há muito tempo, e por acaso, cruzei-me com a indústria do Marketing de Rede, percebi de imediato o conceito e fiquei completamente rendida!

Podia ser independente, definir as minhas regras e gerir os meus tempos para as coisas que gostava.

Ainda que de forma inconsciente, voltei aos meus tempos de estudante em engenharia e senti novamente que queria muito estudar, mas não era bem aquilo… De qualquer das formas, mais uma vez aproveitei e investi na aprendizagem, que ainda havia de me ser útil.

Gostava de indústria, estava a aprender imenso, mas não me conseguia identificar com a empresa.

Por opção e também por falta de coragem, decidi que o meu emprego iria continuar a ser a minha, e principal, prioridade. Mas, que de certeza absoluta, só não sabia o quando, o Marketing de Rede iria ser a minha atividade principal e a minha garantia de reforma.

É engraçado como que as coisas importantes, me têm acontecido por acaso!

Quando me convidaram para conhecer essa primeira empresa, começaram por me pressionar para aderir, e embora eu já tivesse tomado a decisão na minha cabeça, eu mantive perante os outros, que não queria!

Não gosto que me empurrem, nem me obriguem, por isso não o faço com ninguém!

Quem quiser vir comigo fazer esta caminhada, terei muito gosto em ajudar, mas tem de ser de livre vontade. E até talvez sendo um bocadinho egoísta, não me apetece, nem quero, aturar gente maldisposta e contrariada. Já tive a minha dose de pessoas tóxicas e não quero mais!

Foi outra vantagem que identifiquei nesta indústria, é que posso selecionar, com quem quero trabalhar.

Voltando à pressão que me estavam a fazer, a dada altura, lá no meu canto e com uma postura menos boa, ouço algo do estilo… “Quem tomar a decisão hoje, candidata-se ao sorteio de uma viagem a Atenas!”.

As oportunidades nunca se perdem, há sempre alguém que se encarrega de as aproveitar, e esta tinha de ser minha!

Mesmo em cima do acontecimento, disse “Eu quero!”. A vida tem destas coisas e lá fui eu para um grande evento em Atenas, onde tive oportunidade de ouvir um grande senhor, O Grande Jim Rohn. Valeu a viagem!

Moral da história, tal como na escola, não me estava a identificar com a empresa e percebi que isso para mim era muito importante.

Conheci entretanto várias empresas da indústria e finalmente sinto-me satisfeita com a escolha.

A vida é feita de acasos e a minha principal prioridade, o meu emprego estável estremeceu, a empresa deixou de ser tão forte assim, fez redução de pessoal e eu fui convidada a rescindir. Analisei e aceitei.

Estava finalmente disponível para abraçar este projeto a tempo inteiro.

Comecei por dedicar um tempo à minha pessoa e ao descanso de que estava tão necessitada, para recarregar forças.

Ainda fui convidada a fazer parte da equipe de assistentes técnicos de uma escola secundária perto de casa, e que se verificou ser mais uma experiência fantástica e muito enriquecedora.

No presente momento estou completamente dedicada a este projeto, com a indústria que gosto e a empresa com que me identifico.

É esta a minha história e espero ter mostrado com o que pode contar se quiser fazer esta viagem connosco.

Somos uma equipa que se deixa seguir, mas não empurra ninguém.

Conto consigo, para contar comigo.

Até Breve

E Juntos Alcançamos o Topo

Maria Helena Correia

www.MariaHCorreia.com

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