A importância da Ciclagem para o Aquário

Processo popularmente chamado pelos aquaristas de criar “biologia”, o processo da ciclagem se dá para que as bactérias nitrificantes degradem a amônia em subprodutos menos tóxicos e inertes. Conhecido como o ciclo do nitrogênio, as bactérias envolvidas no processo de ciclagem devem formar suas colônias em número suficiente para que a qualidade da água do aquário não fique comprometida.

Abaixo: Poecilia Reticulata, popular peixe de aquário também conhecido popularmente como guppy ou lebiste.

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De forma frequente vemos pessoas empolgadas sair das lojas de aquário com os peixes e o aquário, e ficam frustradas e tristes quando os peixes acabam morrendo de uma forma misteriosa, mesmo que tenham tido os cuidados corretos, como ph e temperaturas ajustados, ausência de cloro. Isso pode acontecer porque a amônia que é excretada pelos peixes contém toxicidade suficiente para mata-los.

Devemos ter em mente que um aquário é um sistema ecológico fechado, e como tal ele deve se ambientar e se adequar até que o sistema possa ficar independente e autossuficiente. Na natureza, como um sistema aberto, a renovação da água se da mais facilmente. No caso de pequenos lagos, tanques e aquários deve se respeitar cerca de 4 semanas para garantir que as bactérias nitrificantes possam se fixar e formar colônias.

Se quiser acelerar esse processo natural, pode-se utilizar água ou objetos de decoração de outros aquários já estabelecidos. Nas lojas de aquarismo também se encontra com facilidade a cerâmica para aquários, ela é principalmente utilizada como substrato para a fixação dessas bactérias.

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Acima: Cerâmica utilizadas para fixação de bactérias no aquário.

Você ainda pode colocar os peixes no aquário novo, mas precisa fazer mudanças frequentes parciais da água, mas o desafio é que essa água esteja livre de cloro e com o ph adequado. É possível sim, mas de forma geral, para os peixes mais frágeis o fortemente recomendado é esperar o período da ciclagem.

 

Consultoria Grátis para Aquisição de Microscópio

Comprar um equipamento científico ou para controle de qualidade, exige certos e importantes cuidados. Frequentemente alguns vendedores buscando estritamente lucro oferecem produtos de baixa qualidade ou que não são indicados para o fim, tornando os processos complicados ou até mesmo inviáveis.

A falta de experiência faz com que certos vendedores não tenham a capacidade técnica de entender os aspectos complexos das análises.

A Laborana tem mais de 30 anos de experiência, na consultoria técnica e gratuita por telefone para aquisição de microscópios e outros equipamentos científicos e para controle de qualidade industrial, com uma equipe preparada e experiente.

Com a longa tradição no mercado e marca consolidada é conhecida por primar pela qualidade dos seus produtos e serviços.

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Os Blefes da Natureza

Na camuflagem, os animais imitam as cores do ambiente para se sentirem seguros e passarem despercebidos, como é o caso do bicho-pau, do camaleão e do gafanhoto.

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Acima: Bicho-Pau da ordem Phasmatodea.

O aposematismo é uma estratégia de certos animais para ao invés de se esconderem de predadores se misturando ao ambiente, exibirem vivas e chamativas cores para avisarem aos predadores que são venenosos.

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Na ordem anura, mais particularmente na família Dendrobatidae os membros do grupo são extremamente venenosos, bastando uma pequeníssima quantidade de veneno para serem letais, apenas 40 microgramas. São nativos da América Central e do Sul e apresentam de forma geral, lindas cores sinalizando que são perigosos.Algumas tribos utilizam astutamente as toxinas de tais anuros para setas de zarabatanas ou flechas, para caçar.

Abaixo: Phyllobates terribilis, a espécie com tóxina mais venenosa.

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Já no caso do mimetismo a estratégia é exatamente a mesma, exibir cores chamativas ou copiar as cores de animais venenosos, a diferença é que os animais que adotam o mimetismo não são realmente venenosos.

O mimetismo costuma funcionar muito bem sob o ponto de vista biológico, usam essa estratégia como ferramenta para não serem predados e ainda por cima ficam com um cor chamativa e viva. Um dos exemplos mais famosos é o caso da cobra coral falsa.Erythrolamprus_aesculapii-coral falsa

 

 

 

 

 

 

Outro tipo de blefe comum no reino animal é um cão arrepiar os pêlos das costas para parecer maior, ou como alguns animais que incham para dar outra impressão e vender ao predador a idéia que são mais assustadores do que são.

 

Neurociência da Gratidão

Envolvidos na dinâmica “automática” do dia a dia acabamos reclamando e nos frustrando sem parar pra pensar nas coisas boas que acontecem ou nas nossas conquistas. Temos a tendência de nos acostumar com as coisas boas que acontecem e simplesmente não lembramos mais delas, ficamos sempre cada vez mais “resistentes” e esquecemos de ser gratos pela nossa saúde, por ter um teto onde morar, um amigo para compartilhar, um familiar para amar.

Com essa atitude nos sentimos profundamente frustrados e abatidos, com um sentimento de falta de perspectiva. Dominados pelo pessimismo em um circulo vicioso, vence a frustração e a impaciência e assim sem entender os mecanismos que estão por de trás do que acontece em nossas vidas, nos sabotamos e criamos uma atmosfera hostil para que se possa desenvolver e aceitar a vida com mais serenidade e finalmente conseguir ser mais feliz.

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Testes recentes de neurociência comprovam que sentir o sentimento de gratidão ativa no cérebro a área de recompensa, localizado no núcleo accumbens, intimamente ligado ao prazer e ao bem-estar. O sistema de recompensa cerebral é o responsável pelos sentimentos de felicidade e da boa auto-estima, se sentir grato ativa esse sistema e desencadeia sentimentos muito bons para o organismo. Ainda, com a ativação dessa área de recompensa, há a liberação do neurotransmissor dopamina, retroalimentando o sistema e aumentando a sensação de satisfação e felicidade causadas pela gratidão.

Sentir-se grato também auxilia a produção do hormônio ocitocina, o chamado hormônio do amor, o que gera sentimentos de afetuosidade e empatia e nos ajuda a sentir felizes.

As pessoas que sentem freqüentemente gratidão pela vida se sentem mais satisfeitas, serenas, com mais vitalidade e auto-estima do que as pessoas mais amarguradas e frustradas.

Exercitar a gratidão o fará se sentir melhor e trará inúmeras vantagens para a sua vida.

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Letargia e Teoria

 

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Um pássaro necessariamente precisa de duas asas para voar, da mesma forma nós precisamos sincronizar o pensar e o agir. Quem pensa demais pode agir de menos e quem age demais, muitas vezes pode não colocar a devida atenção racional em certas decisões. Da mesma forma que um pássaro voa devemos usar holisticamente nossos aparatos e ferramentas para poder ter uma vida mais satisfatória.

Muitas vezes a teoria, o mundo imaginativo da mente, serve como refúgio criado para nos acalmar, então, vivendo no mundo das nossas cabeças, deixamos de viver no mundo real. Divagamos e viajamos, sonhamos de olhos abertos e ficamos paralisados diante do mundo. As interações se complicam e perdemos a nossa proatividade e a nossa iniciativa.

Algumas pessoas, ao contrário, são mais impetuosas nas suas ações, agem e colocam realmente pouca racionalidade nos seus atos e depois sofrem conseqüências avassaladoras com tais atividades impensadas e imediatistas.

O equilíbrio como forma, no agir e no pensar, para sincronizar ambas as partes de um único sistema, harmoniza a vida. Freqüentemente já temos os recursos necessários, mas preferimos ou ignorar o que sabemos ou ficarmos inseguros. O bom senso normalmente foge das dicotomias e encontra um ponto no meio, ponderado.

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A teoria e a imaginação são excelentes coisas, mas as idéias devem ser colocadas em prática. Quanto vale um tesouro perdido no fundo do mar? A idéia só tem valor se propriamente comunicada.

O Consumo que Consome

“Nossa economia produtiva requer que o consumo se torne nosso modo de vida, a convertermos o ato de comprar e usar bens como rituais, que tenhamos satisfação pessoal e espiritual ao consumirmos. Precisamos consumir, queimar, substituir e descartar em uma velocidade muito rápida.”

Victor Lebow, 1955

Essa profética frase acima que inspirou o American Way of Life, o qual nós brasileiros também seguimos, quer dizer muita coisa. Somos acostumados a usar como termômetro de status social os bens de consumo, marcas, grifes. Associamos padrão de vida e valor à alguém que colabore incessantemente ao consumo.

Nossa necessidade transcendental de ocupar um vazio inerente, cria desejos, esses desejos são consumidos e efemeramente somem como parte de um ciclo sem fim, tão logo outro desejo surgirá e irá embora nos tornando eternos escravos do consumo.

Por si só, tal dinâmica é muito ruim, porque nos tira a liberdade e nos aprisiona a trabalhar para consumir, nos cega e não permite que encontremos a felicidade de modos mais democráticos e mais duradouros. O dinheiro pode ser um ótimo servo ou o pior dos amos.

No filme Clube da Luta de 1999, Tyler Dunder, (Brad Pitt) diz para o personagem de Edward Norton que vive com insônia: “As coisas que você possui acabam possuindo você.”

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Uso de Microscópio de Contraste de Fase

Conceito:

De forma geral, a fase da luz de um microscópio pode ser alterada, ocasionando um contraste maior e facilitando a sua melhor visualização em um microscópio. Através de algumas mudanças de fase da luz é possível criar um contraste otimizado. Tais microscópios apresentam a luz direcionada para um específico ponto, criando ângulos que possam difratar a amostra ou retardar a luz, (alterando-se a fase luminosa) ocasionando aumento de contraste.

A vantagem dessa metodologia científica é observar um espécime sem precisar usar uma coloração.

A fixação das amostras biológicas na microscopia tradicional, causa a morte das células. O que é possível observar as amostras no instante que foram fixadas, mas não se consegue observar as amostras vivas. O microscópio de contraste de fase é utilizado para analisar e observar o intercurso biológico das células vivas, onde as células não são fixadas nas lâminas de analise.

Na microscopia de campo claro comum, analisar células vivas pode ser mais complicado pela falta de contraste. A utilização do contraste de fase se dá por não necessitar corar as células, mas mesmo assim proporcionar a visualização detalhada da amostra.

O microscópio de contraste de fase segue a mesma estrutura básica do microscópio óptico convencional, com a diferença de um diafragma anular próximo ao condensador. Entre as lentes, objetivas e oculares, tem uma placa de difração que serve para receber a luz que é difratada.

Configuração e Acessórios:

Para tal metodologia é necessário um diafragma de formato anular, uma placa de refração e objetivas especializadas para contraste de fase. Pode ser um microscópio próprio para contraste fase, bem como um microscópio de campo claro onde se pode, posteriormente, adquirir um kit acessório para contraste de fase. Isso depende da avaliação do pesquisador.

Aplicação:

O contraste de fase é utilizado para analise de diversos tipos de amostra, como espécimes transparentes, células vivas, microorganismos, tecido, petrografia, matérias primas translúcidas e transparentes, partes subcelulares de uma célula, dentre outras aplicações as quais não é possível a observação em campo claro.

Usado amplamente na comunidade científica e laboratórios de rotina existem tipos de amostras que podem apenas ser vistas de forma correta com essa metodologia.

A Laborana – Equipamentos Científicos com 30 anos de tradição empresarial oferece consultoria técnica de vendas, com profissionais especializados em microscopia.

Exemplo:

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Pessoas São Como Jarros

“Pessoas são como jarros, quanto mais vazios, mais barulho fazem”… Alexandre Dumas

Já dizia o provérbio popular, temos dois ouvidos e uma boca. Quando conseguimos estar em silêncio e paz conosco?

Óbvio que viver em isolamento e longe das pessoas é ruim, mas até qual ponto utilizamos o artifício de nos esconder de nós mesmos ou de simplesmente falar e falar pra calar os nossos pensamentos inquietantes.

Se nós próprios muitas das vezes temos dificuldades de estarmos conosco, o que dizer das outras pessoas estarem conosco? O som da música alta e das conversas inflamadas, atenuam nossos pensamentos mais sombrios. Para muitas pessoas é muito difícil conseguir encontrar certa serenidade na sua própria presença.

Pessoas mais sábias não são verborrágicas, em vez, sabem quando falar, o que falar e para quem falar, mas, sobretudo conseguem ouvir e ter uma percepção mais acurada das situações e compreender as nuances leves que determinam os comportamentos.

“Extrovertido é o ser que não suporta o tédio de ficar consigo mesmo.” Arthur Schopenhauer

Muitas vezes preocupados com o que vamos falar, não prestamos atenção no nosso interlocutor e vice-versa. A comunicação humana melhora à medida que nos permitimos ouvir.

Chata não é a pessoa que não fala coisas interessantes, chata é a pessoa que fala coisas que não são interessantes para o seu interlocutor. É certo que se você não gosta de futebol, te aborrece quando alguém começa a falar sobre futebol, mas não é do seu interesse. Para uma outra pessoa aquele assunto poderia ser interessantíssimo, apenas a percepção de que aquele tema seria interessante (unilateralmente interessante) é que na verdade deve ser usada com mais sensatez.

Muitas vezes o silêncio é a melhor música, acalma a alma.

A Ditadura da Felicidade

A maioria das pessoas concorda que não é bom viver sob um regime ditatorial, afinal, o que faríamos com a nossa liberdade? Como as pessoas poderiam se comunicar espontaneamente tendo todos os seus passos vigiados?

É a partir dessa realidade que George Orwell fala de uma sociedade fictícia, na distopia 1984. Aliás, o termo Big Brother vem de lá, a constante vigilância das pessoas e uma agenda nefasta de lavagem cerebral.

Óbvio que hoje nossa sociedade, não está ainda nos moldes que George Orwell escreveu, mas objetivamente, conseguimos nos colocar socialmente de maneira livre?

A tristeza está intimamente e erroneamente ligada ao fracasso, pois as pessoas precisam estar em absoluta felicidade com as suas condições, para sinalizarem sucesso. Nesse sentido, a sociedade do antidepressivo, ansiolítico e do álcool se assemelha mais com outra distopia muito famosa: Admirável mundo novo de Aldous Huxley, onde os habitantes dessa ditadura, no caso, tomam uma droga muito particular, o soma, e assim tem prazer na sua servidão e na suas condições.

Extinguir artificialmente as múltiplas variáveis emocionais que compõem a psique humana é um modo de nos tirar a humanidade. Somos seres complexos que sentem alegrias, tristezas, medos, ciúmes, ansiedade, raiva. Essa é a nossa humanidade, e não há nada de errada na expressão da nossa condição confusa e simplesmente humana.

Somos direcionados a desejar uma felicidade quase que caricata, aristocrática e imatura. Obviamente que inatingível, desta forma, muitos vivem num mundo de aparências, como a fábula do palhaço que é triste, tais pessoas sobem em pedestais para sinalizar uma potencial felicidade que não existe. Em vez, a felicidade é uma condição de serenidade onde se basta o pouco, mas o essencial.

A subjetividade da felicidade se perdeu na sociedade da ostentação e virou um conceito pré-fabricado, como um produto anunciado nas grandes mídias, a felicidade se tornou bem de consumo, ninguém tem a tranqüilidade e paz de conseguir encontrá-la, mas vale a pena dizer ao próximo que encontrou.

É como a história do Rei nu, com as roupas que apenas os inteligentes podem ver. Ninguém quer dar o braço a torcer, a ditadura da felicidade está aí, para consumo.

Autoconfiança e medo de críticas.

Sabe a razão de muitas vezes não fazermos uma tarefa, por mais simples que ela seja? Medo. Medo de sermos criticados, medo de não realizar satisfatoriamente, medo de não ter os recursos necessários. Preferimos protelar ao lidar com esses medos e a vida vai passando enquanto nos colocamos em um ambiente de críticas e desaprovação pessoal, resultando em frustração, culpa e baixa auto-estima.

Outro inimigo na hora de agirmos é o perfeccionismo, pessoas que tendem a ser perfeccionistas preferem não fazer, tal mecanismo de defesa age para resguardar, mas tem um papel fundamental secundário e nos evita de fazer coisas que são essenciais para a nossa vida. Na busca do “perfeito” e do utópico criamos uma redoma, um mundo intangível, tal qual apenas uma pessoa perfeita poderia se beneficiar. Somos exigentes demais conosco e não temos muitas vezes a maturidade de aceitar a nossa tão simples humanidade.

Queremos estar no controle das coisas e num capricho paradoxal ditamos um comportamento dúbio de não agir para nos resguardar, o que gera em longo prazo, apenas sofrimento. Começar a fazer as coisas que precisam ser feitas, sem muitas cobranças pessoais é condição indispensável para obter a paz mental necessária para conseguir novas realizações na vida.

Às vezes é melhor entregar um resultado qualquer e ir aprimorando com o tempo e com os erros, do que não fazer nada com o medo de errar ou de ser criticado.

O medo é uma emoção saudável, biológica, feita para que possamos nos proteger. É como um instinto de auto-preservação. Contudo, precisamos ser bastante cuidadosos com os medos irreais, estes agem de forma a limitar a nossa existência. O medo da desaprovação tolhe a nossa espontaneidade e nosso potencial criativo minando nossas forças de entrar em ação.